Chlamydia trachomatis em mulheres sexualmente ativas atendidas na rede pública de Anápolis, Goiás

Keili Maria Cardoso Souza, Débora Alves Guedes, Jéssica Martins Araújo

Resumo


Este estudo transversal de caráter analítico teve por objetivo verificar a frequência de infecção por Chlamydia trachomatis entre 191 mulheres que foram atendidas na rede pública de Anápolis, Goiás, no período de janeiro a julho de 2011. Foram coletadas amostras da cérvice uterina para pesquisa de C. trachomatis pela técnica de imunofluorescência direta. Houve uma taxa de infecção por C. trachomatis de 4,2% (08) na população estudada. Esta baixa prevalência pode estar relacionada a fatores específicos da população ou ao método de detecção utilizado.


Palavras-chave


Doença sexualmente transmissível, Imunofluorescência Direta, Triagem

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54-61

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Revista Brasileira de Iniciação Científica, Itapetininga, SP, Brasil, ISSN: 2359-232X

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